Instituto URUCÁ: Unindo Raízes, Cultura e Meio Ambiente.
Através da restauração florestal, da Agrofloresta e bioconstrução, construímos um futuro mais justo e sustentável com comunidades indígenas.
Uma iniciativa dedicada à restauração ambiental e ao fortalecimento da cultura indígena no Mato Grosso.
Por meio da construção de Casas Sustentáveis, agrofloresta e valorização da medicina tradicional, o projeto promove autonomia comunitária e preservação dos saberes ancestrais.
Área a Restaurar
Hectares de floresta
Casa Sustentável a Construir
Casas Sustentáveis
Oficinas Realizadas
Oficinas de saberes ancestrais
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Quando a educação se conecta com a origem,
quando o conhecimento é transmitido com verdade,
e quando o coletivo se sobrepõe ao individual…
formamos não apenas alunos, mas seres humanos mais conscientes, sensíveis e conectados com a vida.
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A proposta central nasceu do intercâmbio entre escola e tribo, tribo e escola, promovendo o encontro direto entre saberes ancestrais e a formação contemporânea. Nesse contexto, o conhecimento não veio apenas dos livros, mas da vivência. Pajés, caciques e representantes indígenas assumiram o papel de educadores, compartilhando seus saberes com autenticidade, legitimidade e profundidade.
A proposta central nasceu do intercâmbio entre escola e tribo, tribo e escola, promovendo o encontro direto entre saberes ancestrais e a formação contemporânea. Nesse contexto, o conhecimento não veio apenas dos livros, mas da vivência. Pajés, caciques e representantes indígenas assumiram o papel de educadores, compartilhando seus saberes com autenticidade, legitimidade e profundidade.
A proposta central nasceu do intercâmbio entre escola e tribo, tribo e escola, promovendo o encontro direto entre saberes ancestrais e a formação contemporânea. Nesse contexto, o conhecimento não veio apenas dos livros, mas da vivência. Pajés, caciques e representantes indígenas assumiram o papel de educadores, compartilhando seus saberes com autenticidade, legitimidade e profundidade.
A proposta central nasceu do intercâmbio entre escola e tribo, tribo e escola, promovendo o encontro direto entre saberes ancestrais e a formação contemporânea. Nesse contexto, o conhecimento não veio apenas dos livros, mas da vivência. Pajés, caciques e representantes indígenas assumiram o papel de educadores, compartilhando seus saberes com autenticidade, legitimidade e profundidade.